Dissertação de Mestrado (História/UEM), defendida em 2011 e posteriormente publicada em livro ("Sob o signo do Sigma: Integralismo, Neointegralismo e o Antissemitismo"; Eduem, 2014). -- Resumo: Este trabalho tem por objetivo analisar a... more
Dissertação de Mestrado (História/UEM), defendida em 2011 e posteriormente publicada em livro ("Sob o signo do Sigma: Integralismo, Neointegralismo e o Antissemitismo"; Eduem, 2014).
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Resumo: Este trabalho tem por objetivo analisar a presença, intensidade e a importância do antissemitismo no integralismo em momentos distintos, isto é, a primeira e mais importante fase institucional do movimento, a Ação Integralista Brasileira fundada oficialmente em 1932, e os atuais grupos neointegralistas, que são pequenos grupos que, desde a morte do chefe nacional dos integralistas (Plínio Salgado), tentam rearticular as forças e os anseios de novos e antigos militantes na reorganização do integralismo, um dos principais movimentos da história política brasileira, marcado pelo discurso nacionalista, autoritário, fascista e intolerante. O antissemitismo, em ambos os contextos históricos, apesar de presente em diversas intensidades, constitui-se em um ponto de esquecimento da trajetória integralista, ao mesmo tempo em que se busca a utilização constante de alguns pressupostos de um discurso intolerante e preconceituoso contra os judeus, numa prática que leva em conta tanto o passado institucional integralista quanto as “necessidades” e limitações a tal prática existentes na sociedade do tempo presente.
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Resumo: Este trabalho tem por objetivo analisar a presença, intensidade e a importância do antissemitismo no integralismo em momentos distintos, isto é, a primeira e mais importante fase institucional do movimento, a Ação Integralista Brasileira fundada oficialmente em 1932, e os atuais grupos neointegralistas, que são pequenos grupos que, desde a morte do chefe nacional dos integralistas (Plínio Salgado), tentam rearticular as forças e os anseios de novos e antigos militantes na reorganização do integralismo, um dos principais movimentos da história política brasileira, marcado pelo discurso nacionalista, autoritário, fascista e intolerante. O antissemitismo, em ambos os contextos históricos, apesar de presente em diversas intensidades, constitui-se em um ponto de esquecimento da trajetória integralista, ao mesmo tempo em que se busca a utilização constante de alguns pressupostos de um discurso intolerante e preconceituoso contra os judeus, numa prática que leva em conta tanto o passado institucional integralista quanto as “necessidades” e limitações a tal prática existentes na sociedade do tempo presente.
