Papers
Radiojornalismo e convergência tecnológica: uma proposta de classificação
Presented on XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Curitiba, PR – 4 a 7 de setembro de 2009
O presente artigo trata de uma das cinco perspectivas de estudos sobre a convergência para observar as mudanças no fazer radiojornalístico no que diz respeito aos aspectos tecnológicos. Parte de uma pesquisa doutoral, ele discute as mudanças do veículo neste novo ambiente e caminhos possíveis para a sua reconfiguração e, por conseguinte, as mudanças na atividade do jornalista. Além disso, apresenta uma proposição de classificação da convergência tecnológica no radiojornalismo, mostrando como os três níveis propostos agem no fazer jornalístico neste meio de comunicação.
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Marcos tecnológicos do radiojornalismo no Brasil: uma revisão histórica
Apresentado no 7o Encontro Nacional de História da Mídia
O presente artigo pretende apresentar e discutir alguns marcos tecnológicos da radiodifusão e, a partir deste debate, compreender o papel destas ferramentas e as mudanças geradas por elas no fazer jornalístico neste meio de comunicação. Desta forma, aborda-se a história das tecnologias do rádio anteriores à instituição e organização do jornalismo no rádio de maneira pontual. O objetivo é compreender como a evolução das tecnologias e sistemas refletiram posteriormente na sua configuração como meio de comunicação. A pesquisa, entretanto, prioriza a discussão através da retomada de exemplos atuais e de aplicações à prática profissional das tecnologias da informação e da comunicação posteriores à configuração da radiodifusão e à instituição e solidificação do jornalismo radiofônico. Aponta-se como marcos tecnológicos fundamentais na evolução do rádio e do radiojornalismo o transistor, o telefone celular, a internet e a digitalização do rádio.
Marcos tecnológicos do radiojornalismo no Brasil: uma revisão histórica
Capítulo do Livro "História da Mídia Sonora". Versáo revista do artigo apresentado no 7o Encontro Nacional de História da Mídia
O presente artigo pretende apresentar e discutir alguns marcos tecnológicos da radiodifusão e, a partir deste debate, compreender o papel destas ferramentas e as mudanças geradas por elas no fazer jornalístico neste meio de comunicação. Desta forma, aborda-se a história das tecnologias do rádio anteriores à instituição e organização do jornalismo no rádio de maneira pontual. O objetivo é compreender como a evolução das tecnologias e sistemas refletiram posteriormente na sua configuração como meio de comunicação. A pesquisa, entretanto, prioriza a discussão através da retomada de exemplos atuais e de aplicações à prática profissional das tecnologias da informação e da comunicação posteriores à configuração da radiodifusão e à instituição e solidificação do jornalismo radiofônico. Aponta-se como marcos tecnológicos fundamentais na evolução do rádio e do radiojornalismo o transistor, o telefone celular, a internet e a digitalização do rádio.
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Estudar radiojornalismo na era digital: uma revisão metodológica
Apresentado no Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo de 2007
Os meios de comunicação munem-se, em um ambiente de demandas informativase tecnologias, de novas estratégias de apuração e de interação social. O radiojornalismopassa a incorporar, cada vez mais, ferramentas e fontes de informação como e-mail, telefonee, contrariando sua essência, veículos de comunicação impressos e releases de assessoriasde comunicação. O jornalismo passa a ser pautado pelo próprio jornalismo. Essa mídia,dessa maneira, passa a andar na contra-mão da era digital, que exige imediatismo evelocidade. O rádio pautado pela Internet e pelos meios impressos apresenta umadissincronia com outras mídias, nãose enquadrando em suas exigências básicas, ampliandosuas definições, conceitos e perspectivas. Estudar esse novo rádio exige novas propostasmetodológicas, que pretendemos, com esse estudo, analisar e discutir.
As fontes no jornalismo radiofônico em ambiente de convergência
Publicado na Revista Contemporânea (UFBA). vol. 7, nº 1. Jun.2009
O presente artigo pretende discutir uma das mudanças centrais na rotina do jornalista no contexto de convergência e tecnologia: sua relação com as fontes de informação. Para isso, retomamos o conceito de fonte derivado das discussões de teoria do jornalismo e sua aplicação ao jornalismo de rádio, e, através de exemplos, buscamos localizar essa discussão em uma mais ampla: do uso de ferramentas tecnológicas nas redações radiofônicas. Trata-se de uma revisão de literatura e uma primeira aproximação entre os estudos de convergência midiática e de radiojornalismo. As discussões são centradas em autores da teoria do jornalismo, do radiojornalismo e dos estudos de comunicação e convergência.
Agenda setting e enquadramento Algumas considerações sobre os estudos de efeitos dos meios de comunicação
Publicado na Revista PJ:BR - Nº 11 - Fev. 2009
As discussões sobre agendamento temático e enquadramento ainda são insipientes no Brasil. Os estudos em efeitos dos meios de comunicação no país ainda carecem de sistematização e desenvolvimento.
Pretendemos, com o presente artigo, apresentar um panorama das discussões e conceituações sobre essas duas abordagens das teorias da comunicação, apontando para uma convergência e complementaridade entre as duas linhas de estudos.
Para tanto, buscamos realizar um levantamento bibliográfico conceitual que busca apontar para a configuração do estado da arte da questão.
Os gêneros jornalísticos e sua aplicação no radiojornalismo
Publicado na Revista Lumina Vol. 3, No 1 (2009). Texto em co-autoria com José Henrique Mata
O presente artigo pretende retomar as discussões acerca dos gêneros jornalísticos e do próprio conceito de gênero para, a partir delas, analisar e discutir os gêneros jornalísticos do rádio. Trata-se de uma área pouco explorada pelos acadêmicos e estudiosos brasileiros e que, no entanto, são de crucial importância para a compreensão do próprio veículo de comunicação. Assim, com o objetivo de potencializar as observações do rádio e do radiojornalismo, buscamos, aqui, compreender o conceito de gênero, sua aplicação ao jornalismo e, conseqüentemente, às produções radiojornalísticas. Para isso, retomamos autores do jornalismo impresso, como Melo e Beltrão e, posteriormente, estabelecemos uma relação do que propõem com autores específicos do rádio, como Ferraretto e Barbosa Filho, entre outros.
Sociedade da Informação e Jornalismo: campos de interação e intervenção
Publicado na Revista Eptic On Line, 2006
A reconfiguração de uma sociedade através do desenvolvimento tecnológico, econômico e social prevê adaptação de seus valores. Os processos comunicacionais, mediados ou não, apresentam-se como fundamentais no cotidiano do homem. A sociedade da informação, originária de um processo de reestruturação social, reconfigura o fazer jornalístico e seus valores fundamentais, como moral e ética, tomados como parâmetros neste artigo.

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